Cultura, Séries, Stuff

As Séries da Minha Infância – Parte 1

Temos séries que ficam para sempre, mas quando as voltamos a ver não tem o mesmo gosto que naquela altura. Só aquela sensação de chegar aquele dia porque vinha mais um episódio, tratar de estar desocupada aquela hora, de ter os TPC´s feitos, sim, porque naquela altura não mandávamos na televisão como agora… e tudo isso fazia parte da mística, e para mim as que ficaram foram estas:

  • Alf – O alienígena que todos queríamos ter por casa!!
  • Chefe mas Pouco… A família que só nos arrancava gargalhadas
  • A Ilha da Fantasia – Sempre ansiosa para saber quem chegava de novo
  • O Barco do Amor – Quem não se perdia nas suas historias…
  • MacGyver … Palavras para quê? Só posters…
Cultura, Stuff

David O Gnomo

Opahhhhh…

Quem se lembra desta família amorosa e os beijinhos de nariz?

Que saudades disto e deste tempo 🙂 Tinha a casinha dos gnomos e adorava brincar com ela.

Se existiram desenhos animados que fizeram crescer valores, estes eram um deles, o tratar bem os animais, o cuidar da família, e relação marido e mulher e respeito pelo meio ambiente…

Humm, agora fiquei inspirada para produzir algo para a minha varanda, baseado nestes amigos de infância queridos…

e os trolls ranhocas? Também temos de nos lembrar deles 🙂

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Cultura, Dicas, Musica

Stomp

Ver Stomp já era um sonho antigo que a carteira nunca realizou, mas sábado por destino foram me oferecidos dois bilhetes, e nem quis acreditar!!!

Foi BRUTAL, sabem quando Fernando Pessoa escreveu ” Não Sei Quantas Almas Tenho “? Essa frase andou sempre na minha cabeça porque eles são 8 corpos e uma só alma,só pode, aquela coordenação e interacção uns com os outros é fora de série!!

Como se sabe eles fazem música com sapateado, o corpo e materiais do quotidiano, desde carrinhos das compras a caixas de fósforos, e, a organização do espectáculo é feita com a lógica perfeita dos ” instrumentos “, por exemplo, se o número anterior foi com água o seguintes era com esfregona, se fosse com areia o seguinte era com vassouras, super organizado e coerente.

É acrescentado ao espectáculo, comédia, interacção, tudo sem uma única palavra!

A percussão é espectacular, aliás tive quase o espectáculo todo a bater o pé e abanar a cabeça, mas nem quis acreditar quando olhei para todas as cabeças à minha frente e nem uma mexia, mas como aqueles ritmos não entravam no corpo??

Desabafos:

Não vejo o porque de levar crianças de colo a estes espectáculos, nos momentos de pausa ou de inicio de novos actos a criança palrava, não será isso desrespeito por quem está em palco? Os sons começam baixinho, cada som vai entrando à sua vez e de repente  o palrar… não me parece justo para quem está em palco e para quem está a assistir!!

Já as crianças maiores… parece-me bem levarem, desde que expliquem como funciona. Habituadas aos espectáculos para as suas idades, em que os actores incentivam a interacção e a contribuição. Tentaram por varias vezes falar para o palco, quando não era para o fazer, quando quem estava em palco só queria uma gargalhada e não palavras… Assim não!

Parte melhor, consegui ir e vir enquanto o pequenino dormia a sesta na avó, assim o sentimento de culpa foi menor 🙂

E quando os Stompers gostam das tuas publicações?

BLOGGER, Cultura, Livros

Nocturnos – Kazuo Ishiguro

Cinco Short Storys que ao ler temos a sensação, que cada uma é alguém que conhecemos  a contar.

Lemos como se tivéssemos a ouvir um amigo de longa data que não víamos à algum tempo e nos conta um episódio da sua vida.

Todas elas sobre música, todas elas com um final simples, daqueles suspiros que as vezes deixamos quando nos lembramos de alguém que entrou na nossa vida mas não vemos à muito tempo…

Foi o meu primeiro livro do Prémio Nobel da Literatura Kazuo Ishiguro, e já penso ler outro.

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