Cultura

Arte como Inspiração

Encontrei esta imagem à tempos na net ( não me lembro onde ) mas fiquei apaixonada.

Todos sabemos que elas são, e visto neste contexto é de mais!!

Temos a ” Rapariga do Brinco de Pérola “, uma pintura de Johannes Vermeer, pintor Holandês, conhecida como a Mona Lisa Holandesa. Em 2003, um filme foi feito sobre o quadro, com Colin Firth como Vermeer e Sarlett Johansson como a menina da pintura, com base no livro, da autora Tracy Chevalier, que ainda não li mas está na Wishlist, já o filme adorei.

Temos a Mona Lisa, La Gioconda, obra de Leonardo Da Vinci, que a começou a pintar em 1503, e este era o padrão de beleza da época. Existem diversos estudos e diversas teorias sobre a mesma, desde que é ele próprio, a ser a amante, e várias outras. Em 1911 o quadro foi roubado do Museu do Louvre, onde estava exposto. Em 1956, um psicopata mandou ácido sobre a pintura, danificando parte inferior da obra, a  restauração foi demorada. No mesmo ano, um boliviano manda uma pedra contra a obra, estragando parte da sombra no olho esquerdo da musa de Da Vinci, sombra esta que é comummente confundida com uma sobrancelha. Nos dias que correm a obra de arte está calmamente exposta no Museu do Louvre.

Temos a Frida Khalo, a minha pintora preferida de sempre, nascida em 1907, na Casa Azul no México, a história da vida dela é tão preenchida e cada pormenor é tão importante para a entenderem, que o melhor será lerem tudo aqui. O filme biográfico é maravilhoso, ganhou dois Óscares e centra-se na sua infância, acidente, na relação da pintora Frida Kahlo com o seu marido também pintor Diego Rivera e na sua controversa reputação política e sexual, quem a interpreta é a fantástica Salma Hayek, não consigo imaginar nenhuma outra no seu lugar.

Temos a Vénus de Botticelli, pintor Italiano nascido a 1445, pintor retratista de eleição dos Médici, aliás este quadro do Nascimento de Vénus, foi encomendado por Lorenzo de Médici, a pintura representa a deusa Vénus  emergindo do mar, já mulher adulta, conforme descrito na mitologia romana. No quadro, a deusa clássica Vênus emerge das águas numa concha, e é empurrada para a margem por Zéfiro, o Vento Oeste, símbolos das paixões espirituais, recebe, de uma Hora ( deusas das estações), uma manto bordado de flores. O efeito causado pelo quadro, foi um de paganismo, pois foi pintado em época em que a maioria da produção artística era de temas católicos. Por isso, chega a ser surpreendente que o quadro tenha escapado das fogueiras de Savonarola, que consumiram outras tantas obras de Botticelli que teriam “influências pagãs”.