Cultura, Livros

As 48 Leis do Poder – Lei 4 ( Robert Greene )

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E quem não concorda?

Por vezes perdemo-nos em justificações desnecessárias, outras contamos mais do que aquilo que devíamos,  ás vezes a pessoas que menos interessam, ou até mesmo às que interessam, existem pensamentos que têm de ser só nossos!!

Está lei numa 4 é uma lição não só para o trabalho como para a nossa vida pessoal.

Acredito em energias, e acredito que ás vezes dizer em voz alta é soltar para o mundo, mas melhor será o fazer quando estivermos sozinhos…

Nesta lei o autor faz referência a Caio Márcio Coriolano, que como herói de guerra, tinha o povo a seus pés, com todas as histórias e mitos que existiam à volta do seu nome, mas quando se virou para a politica, e fez grandes discursos e muitos deles narcisistas o povo deixou de o seguir e ter como grande homem, perdendo mesmo as eleições.

Refere também o rei Luís XIV, como a sua famosa resposta ” verei ” sobre todo e qualquer assunto que lhe era abordado, tendo sempre visto benefícios em suas parcas palavras, está postura levou a que todos em seu redor o respeitassem e receassem.

Por isso deixemos as conversas banais para os jantares de amigos, os planos para nós mesmos e tentemos manter um equilíbrio em paz com está balança…

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Queria Ter Alguém à Minha Espera Num Sítio Qualquer – Anna Gavalda

Adorei este livro… este pequeno grande livro…

Não o quero descrever como sendo um livro de contos… não é simplesmente um livro de contos, acho que é um livro de 12 retratos, retratos de pessoas que podem muito bem ser reais, aliás cada história fez-me lembrar alguém… Na minha pesquisa descobri que a inspiração da autora foi mesmo essa, observação de quotidianos!

Ganhou o prémio RTL Lire 2000 e já vendeu mais de duzentos mil exemplares, vai já na 5ª Edição.

Umas fizeram chorar, outras sorrir… mas se não nos fizesse ter emoções, provavelmente não seria um bom livro!!!

Aqui deixo algumas das minhas partes favoritas:


 

Cultura, Livros

Três Homens num Barco – Jerome K. Jerome (1859-1927)

Bem, dei por mim a rir sozinha nos transportes inúmeras vezes….

Este livro é ironicamente divertido e delicioso.

É um livro que vai entrar para a minha lista de prendas a oferecer, pois é uma viagem magnifica.

#jeromekjerome #treshomensnumbarco

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Sinopse retirada da Wook:

Não fosse Jerome K. Jerome (1859-1927) um dos maiores vultos do humor inglês e tudo o que haveria a dizer acerca de Três homens num barco caberia na genérica etiqueta “Livro de Bordo”: estamos afinal (são estas as palavras do autor) diante o registo “fiel” das peripécias vividas por George, Harris e J. (já para não falar do cão!) ao longo de uma passeata pelas águas do imponente Tamisa.
As coisas complicam-se quando o suposto relato se revela a súmula de episódios tanto mais hilariantes quanto se pretender compará-los a uma simples viagem de barco.
Publicado pela primeira vez em 1889, “Três homens num barco” foi entusiasticamente recebido na Inglaterra e nos Estados Unidos, sagrando Jerome K. Jerome mestre de gerações de profissionais da comédia. Lição de refinamento britânico com um século de idade? Apenas a prova de que hoje, como nos itinerários burgueses da Inglaterra do século XIX, o humor e a ironia são bens ao serviço de alguns males bem humanos.
Curiosamente, não foi pensado como texto humorístico, muito pelo contrário: o objectivo era fazer uma descrição histórica e topográfica do Tamisa, o mais aristocrático dos rios ingleses, que Jerome adorava. Mas a graça e a frivolidade foram-se infiltrando e as passagens divertidas alcançaram tanto sucesso que, sempre que ‘os bocados históricos’ apareciam, eram cortados pelo editor de Home Chimes, que estava a publicar o texto em folhetim.
Os três protagonistas eram, há que dizê-lo, bastante genuínos: Harris era Carl Hentschel, um polaco que muita gente confundia com um alemão; George era George Wingrave; e o próprio Jerome completa o trio que costumava apanhar o comboio em Richmond para ir passar os domingos no rio. Montmorency, o cão, também existiu, e o episódio com a chaleira baseia-se num incidente real -tal como as explorações dos três homens se baseiam nas experiências de Jerome e dos seus dois amigos.